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Expert Insight

Estudos ATLAS, FLAIR e ATLAS-2M revelam eficácia e segurança com cabotegravir/rilpivirina

No Congresso HIV Glasgow 2020 foram apresentados os mais recentes dados dos estudos ATLAS, FLAIR e ATLAS-2M. Estes ensaios compararam a eficácia e a segurança da administração intramuscular (mensal e bimestral) da combinação cabotegravir/rilpivirina como esquema de tratamento de longa duração versus a terapêutica de administração oral diária. Com base nos resultados apresentados o Dr. Frederico Duarte, assistente hospitalar de Infecciologia no Hospital Central Trofa Saúde e na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, salienta algumas vantagens deste esquema de administração injetável.

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“A biterapia constitui um ponto de rutura relativamente ao paradigma que estava estabelecido com a terapêutica tripla”

Os dados agregados do estudo GEMINI 1&2 às 144 semanas, apresentados durante o HIV Glasgow 2020, conferem maior robustez à utilização de dolutegravir/lamivudina (DTG/3TC) em doentes naïve, ao demonstrarem que a biterapia com DTG/3TC foi não-inferior à terapêutica tripla em relação aos parâmetros de eficácia e de segurança. Convidado a comentar estes dados, o Dr. Helder Pinheiro, interno do 5.º ano de Doenças Infecciosas no Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (Hospital de Curry Cabral), considera que as evidências que têm vindo a ser construídas em torno da biterapia com DTG/3TC consolidam a utilização deste esquema.

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Evidências com cabotegravir/rilpivirina: o que dizem os estudos FLAIR, ATLAS e FLAIR-2M?

Os trabalhos “A combination of viral and participant factors influence virologic response to long-acting cabotegravir and rilpivirine: a multivariable and baseline factor analysis across ATLAS, FLAIR, and ATLAS-2M phase 3 studies” e “Safety and efficacy of cabotegravir + rilpivirine long-acting with and without oral lead-in: FLAIR Week 124 results” foram hoje, 8 de outubro, apresentados numa sessão de comunicações orais. Convidada a comentar estes resultados, a Dr.ª Raquel Tavares, infecciologista no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, destacou os resultados positivos obtidos com a terapêutica injetável de longa ação.

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Os resultados às 144 semanas dos estudos GEMINI 1& 2 corroboram a não-inferioridade da terapêutica dupla

O estudo GEMINI 1 & 2, que incluiu uma amostra superior a 1400 doentes (naïve), avaliou a eficácia e segurança da terapêutica dupla (associação de dolutegravir/lamivudina) por comparação a um regime de três fármacos antirretrovíricos (dolutegravir + 2 NUC, nomeadamente, TDF/FTC). O Dr. Daniel Coutinho, assistente hospitalar de Infecciologia do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (Aveiro) comentou, em vídeo, os dados às 144 semanas dos estudos GEMINI 1 & 2.

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